Doce. Tudo é doce. Quando se cai, e se ri, e tudo em volta lhe parece nada. Nada é doce (afirmação). Ver o pôr-do-sol também é doce, chocolate, perder você. Sete horas da manhan e a vida aí, tua vida ali, e todos numa vida aqui.E sempre existir um você, e quando acaba a ternura, e os ciclos indo, sabe? Vida curta de borboleta e longa da tartaruga, a minha é média e é doce!O prédio descascado e aquele cheio de espelhos, nêgo. Então vá!
O silêncio depois da última dança- a última dança!- que confunde; é amor? Antes silêncio (,) fora amor.Silêncio agora é o nada, e todos nós sabemos o que o nada é.
Doçura encanta. Ranzinzas e cabrochas, escritores e a farra, mas o que vem agora?Um do lado do outro e elogios acostumados, o doce desacostumado, simplesmente nao é.
Quando eu imaginava, imaginava outra coisa, achava que quando viesse ia vir de fato e o tempo ia parar. Queixo-me às rosas, quero chegar a esse ponto:que bobagem! Ele não pára,e aí achei que então acabara-se o doce. Alguns céus, sóis, luas , tudo isso se passou e lembrei que agora então, posso imaginar de fato e pensar que de repente um dia o tempo pára. Foda-se ( sim, doce!). O imaginar é doce, e a repetição é intencional, talvez forçosa e, claro...
às vezes me deste a mão e foi a mão mais mão do mundo. As unhas mais unhas e o pulso mais pulso, e ali, parou. Outro dia me deram a mão também, e fiquei calada. A mão era doce.
Acordo e vejo o dia vindo doce...algodão doce.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
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